A brasileira Eurofarma escolheu um argentino para dirigir a sua filial nesse país. A partir da próxima segunda-feira, Alejandro Sánchez Ingénito será o sucessor de Pablo Angiono. O novo executivo chega após uma década na norte-americana Abbott, onde esteve no comando da divisão de Primary Care para o Cone Sul.
Na próxima segunda-feira, a brasileira Eurofarma estreia novo gerente-geral na Argentina. Trata-se de Alejandro Sánchez Ingénito, quem se tornará o sexto gerente-geral dessa filial desde que a multilatina desembarcou no país.
Nesta nova etapa, a empresa fundada por Mauricio Billi aposta em um executivo argentino que chega com uma década de experiência na norte-americana Abbott, onde esteve no comando da região do Cone Sul.
Formado em Publicidade pela Universidade Kennedy, da Argentina, Alejandro Sánchez Ingénito chegou a essa corporação em 2014, quando liderou a Atlas Farmacêutica, que mais tarde foi adquirida pela chilena Recalcine e, logo após, pela norte-americana Abbott, que tinha como objetivo consolidar sua presença na região. Ver compra da Recalcine
Nesse momento, a empresa operava seis locais de manufatura: a planta de oncológicos, em Pilar; a de injetáveis, em Pompeya; outra de injetáveis, em Liniers; a de beta-lactâmicos, em La Plata; a de liofilizados, líquidos e sólidos, em Quilmes; e as antigas plantas da Atlas localizadas em Villa del Parque, onde eram elaborados aerossóis e oftálmicos. Após a compra, a Abbott foi abrindo mão de cada uma delas.
Antes de Sánchez Ingénito, a Eurofarma Argentina foi liderada por Pablo Angiono, seu predecessor imediato, quem começou a trabalhar no final de 2022 e seu último dia foi no mês de maio desse ano. Ver gestão Angiono
Antes dele, quem esteve no comando foi o brasileiro Nathan Putinatti de Almeida, que tinha assumido em meados de 2020. Nesse momento, ele chegou para substituir a argentina Marcela Stagnaro, quem ocupou o cargo principal por apenas um ano. Ver artigo Putinatti | Ver artigo Stagnaro
O antecessor de Stagnaro tinha sido Juan Rubio, quem liderou entre 2017 e 2019. O executivo teve que substituir Arturo Berger, que com um perfil mais orientado para a manufatura tinha sido o número uno entre 2013 e 2016. A empresa chegou à Argentina em 2009 mediante a compra do laboratório Quesada. Ver artigo Rubio | Ver artigo Berger | Ver artigo Quesada

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