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A quarentena continua trazendo novidades no quadro dos laboratórios farmacêuticos. Agora foi a vez da gerência geral da Eurofarma, que perdeu a sua gerente Marcela Stagnaro depois de pouco menos de um ano.

Há alguns laboratórios que, é sabido, têm proprietários difíceis. Portanto, não chama a atenção que, mais uma vez, o cargo da gerência geral da filial local da brasileira Eurofarma tenha ficado vago.

Segundo pôde saber a Pharmabiz, nesse mês de junho de quarentena concluiu o ciclo da argentina Marcela Stagnaro, quem tinha se juntado à companhia há menos de um ano, recrutada do laboratório Biosidus. Ver artigo Stagnaro.

A executiva tinha se tornado a primeira cabeça local que não provinha do setor industrial da companhia que se encontra no top five de vendas no principal mercado da região. Mas parece ser que essa fórmula também não foi bem-sucedida. Ver artigo.

De acordo com os analistas consultados pela Pharmabiz, a verdade é que a empresa “nunca entendeu o mercado local, tomou a decisão de ir realizando investimentos a conta-gotas, sem ter atingido nunca um negócio consolidado”. Explicam que foram adicionando pequenos ativos e problemas “sem entender que cinco negócios pequenos não representam um negócio grande”.

A Eurofarma colocou um pé na Argentina em 2009, através da aquisição do laboratório nacional Quesada, operação com a qual a companhia começou a explorar o terreno. Seis anos mais tarde comprou a planta de manufatura da Sanofi, localizada em Lomas del Mirador, embora na atualidade tenha uma capacidade instalada em funcionamento muito baixa.  Ver artigo Sanofi. Depois, acrescentou a Predual e outras marcas do laboratório Andrómaco, e mais tarde compraram o pequeno laboratório BuxtonVer artigo Predual.

Outro laboratório fica sem CEO local. #Eurofarma #MarcelaStagnaro #Management #Gestão #CEO #Laboratório #Farma #Pharmabiz

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